Se vocês estão presos nos mesmos conflitos, sentindo que o vínculo está se desgastando, existe um caminho para sair desse ciclo. A terapia de casal ajuda a entender o que está por trás e o que cada um pode fazer de diferente.
Atendimento presencial em São Paulo e online para todo o Brasil.
YAZMIN CHANUAR
Psicóloga – CRP 06/149847
Conflitos que se repetem sem resolução têm um custo que vai se acumulando. O desgaste não chega de uma vez. Ele vai corroendo aos poucos o que sustenta a relação: a confiança, a intimidade, a sensação de que o outro está do seu lado.
Com o tempo, cada discussão carrega o peso das anteriores. E dentro de cada um, esse ciclo também deixa marcas: a dúvida sobre as próprias percepções, a sensação de estar sempre em alerta, o cansaço de sustentar uma relação que parece não avançar. Muitas vezes, a pessoa começa a sentir que está abrindo mão de coisas importantes: seus limites, sua voz, uma parte de quem ela é.
Sem um espaço para entender o que está sustentando esse ciclo, decisões importantes tendem a ser tomadas no calor do momento, quando a clareza é menor e o arrependimento mais provável.
A terapia não precisa ser apenas um espaço de desabafo. Em cada encontro, o objetivo é que você saia com algo prático: uma ferramenta, uma percepção nova, uma forma diferente de ver o que está acontecendo na relação.
Não apenas ouvido, mas compreendido dentro do seu contexto: sua história, sua família, o que você traz para essa relação. O trabalho começa a partir daí.
Quando uma pessoa muda a forma como percebe e reage ao conflito, o ciclo do casal se desestabiliza. Esse é um dos princípios centrais da terapia sistêmica, a abordagem que orienta o meu trabalho.
Psicóloga CRP 06/149847 · Terapeuta de Casal e Família
Escolhi trabalhar com relações porque acredito genuinamente que as pessoas podem mudar e me sensibilizo com o sofrimento que surge quando elas se sentem presas dentro de um vínculo que não conseguem transformar.
Meu estilo de atendimento é sincero e direto, mas conduzido com cuidado. Às vezes é necessário olhar para o que dói de verdade e nomear o que ficou preso, reconhecer os padrões que se repetem. Esse processo às vezes pode gerar desconforto. Procuro conduzi-lo com a maior atenção possível.
O que os meus pacientes costumam perceber ao longo do processo é que passam a se sentir compreendidos dentro do seu contexto e não só como indivíduos isolados, mas dentro das relações que os formaram e que continuam os afetando.
Conte brevemente o que está levando vocês a buscar terapia. A partir daí, começamos uma conversa para esclarecer dúvidas e entender se faz sentido trabalharmos juntos.
Um espaço para contar a história, expressar o que está sendo difícil e começar a entender o que está por trás do conflito. O objetivo é que vocês saiam sentindo que foram ouvidos e com clareza sobre o caminho à frente.
A partir da primeira ou segunda sessão, definimos juntos o objetivo terapêutico: o ponto de referência pelo qual vocês vão medir o avanço. As sessões seguem esse fio, com frequência semanal no início.
Essa é uma situação frequente. Uma pessoa reconhece que algo precisa mudar. A outra não está pronta, ou se recusa.
Não é preciso esperar.
A terapia individual com foco no relacionamento parte de um princípio central da abordagem sistêmica: quando uma pessoa muda a forma como percebe e reage ao conflito, o ciclo do casal se muda. O outro é afetado, mesmo sem estar presente no consultório, e a relação se transforma.
Na prática, isso significa trabalhar o que está dentro do seu alcance: a forma como você interpreta o que acontece, como você reage, o que você comunica e o que você evita. Mudanças individuais de comportamento e comunicação quebram ciclos que podem parecer impossíveis de romper.
Muitas pessoas que começam em atendimento individual por esse motivo percebem, ao longo do processo, que a dinâmica do relacionamento foi se transformando, mesmo sem que o parceiro tenha entrado num consultório.
Se o seu parceiro mudar de ideia no caminho, a terapia de casal pode ser incorporada ao processo, mas a mudança pode sim partir de você.
Saiba mais sobre o atendimento individual
Atendo presencialmente na Vila Nova Conceição, um dos bairros mais tranquilos e bem localizados de São Paulo a poucos minutos do Itaim Bibi, do Jardim Europa e do Ibirapuera.
Esse espaço foi pensado para oferecer privacidade e conforto: um ambiente discreto e acolhedor, longe do ritmo acelerado da cidade.
Para quem está fora de São Paulo ou prefere a flexibilidade de casa, o atendimento online tem a mesma estrutura e qualidade do presencial.
📍 Rua Professor Martins Santana, 50 — Vila Nova Conceição, São Paulo
Quando um casal chega à terapia, raramente o problema é apenas o assunto da última discussão. Por baixo do conflito visível, existem padrões que se repetem há anos: formas de reagir, de evitar, de tentar ser compreendido sem conseguir. Esses padrões têm origem, e podem ser transformados.
A terapia sistêmica parte de uma premissa: ninguém existe isolado das relações que o formaram. O que acontece entre duas pessoas carrega história familiar, emocional, relacional. Avaliamos não só o conflito presente, mas a comunicação, os papéis que cada um ocupa, as regras implícitas que organizam a relação. Entender esse contexto é o que permite ir além do sintoma e trabalhar o que realmente está sustentando o ciclo.
Na prática, isso significa que as sessões têm um foco claro: identificar o que se repete, nomear o que ficou guardado (raiva, medo, frustração, a sensação de não ser ouvido) e começar a construir formas diferentes de se relacionar. Não para apagar o que aconteceu, mas para que a experiência deixe de governar o presente.
O processo não exige que os dois estejam prontos ao mesmo tempo. Quando uma pessoa muda a forma como percebe e reage diante do conflito, o ciclo do casal se desestabiliza. Os novos comportamentos individuais provocam respostas diferentes no outro, mesmo quando o outro não está presente na terapia. A mudança começa, muitas vezes, por uma pessoa disposta a olhar de forma diferente para o que está acontecendo e a agir para mudar.
Leia mais sobre terapia sistêmicaSim! E isso é um dos princípios centrais da abordagem sistêmica. Quando uma pessoa muda a forma como percebe e reage ao conflito, o ciclo do casal se desestabiliza. O outro é afetado, mesmo sem estar presente na terapia.
A mudança individual de comportamento, de comunicação ou de perspectiva quebra ciclos repetitivos. Novas respostas surgem, e isso influencia o outro parceiro, mesmo que ele nunca entre num consultório. É por esse motivo que muitas pessoas buscam atendimento individual para lidar com conflitos familiares e de casal.
Leia o texto completo sobre esse temaA terapia sistêmica é uma abordagem que compreende o indivíduo dentro do seu contexto relacional: família, casal, trabalho. Em vez de olhar apenas para o sujeito ou para um problema isolado, ela foca nas interações, na comunicação e nos padrões que se formaram ao longo do tempo.
Na prática, isso significa avaliar a história, as regras implícitas e a dinâmica de comunicação do casal ou da família e buscar alterar os padrões de interação que estão gerando sofrimento.
Uma das características dessa abordagem é que a ação individual tem impacto coletivo. Ao mudar a forma de reagir, por exemplo, parando de brigar ou de se calar, a dinâmica do relacionamento muda obrigatoriamente.
No início do processo, as sessões são semanais. Com o avanço da terapia e o alívio dos sintomas mais agudos, podem passar a ser quinzenais. Essa frequência pode ser ajustada conforme as necessidades e possibilidades de cada pessoa.
É difícil definir um prazo, porque cada processo é único. O que posso dizer é que, quando há comprometimento, mudanças significativas costumam aparecer em torno de 8 sessões para atendimentos individuais.
No caso de casais, as primeiras mudanças costumam surgir a partir da quarta sessão. O processo pode se estender por quase um ano, especialmente quando optam por sessões quinzenais.
O objetivo terapêutico, definido nas primeiras sessões, é o ponto pelo qual medimos o avanço. Quando ele é alcançado, o processo pode ser encerrado. É importante que cada pessoa saia da terapia com a sensação de conquista e não de dependência.
Não atendo por convênio. Ofereço recibo para reembolso junto a planos de saúde. As condições variam de acordo com cada plano.
Depois do contato inicial pelo WhatsApp, peço que você me conte brevemente o que está levando à busca pela terapia. Vamos decidir juntos qual o melhor caminho para cuidar do seu caso.
Amigos e familiares oferecem suporte emocional genuíno, baseado em afeto e experiências compartilhadas. Mas o terapeuta traz algo diferente: um olhar clínico, objetivo, capaz de identificar padrões de comportamento e conduzir intervenções que promovem mudanças estruturais e não apenas alívio momentâneo.
Sobre as inteligências artificiais: ferramentas como o ChatGPT podem oferecer empatia e apoio inicial, mas têm uma limitação importante. Elas foram projetadas para não gerar desconforto. Por isso tendem a concordar com o usuário, mesmo quando ele está errado. Isso não é neutralidade. É uma escolha de design feita por empresas que querem que você continue usando o produto.
O problema é que buscamos conselhos justamente para nos questionar, para obter uma perspectiva externa e perceber o que estamos ignorando. Quando isso não acontece, a autorreflexão é ignorada. A pessoa não olha para dentro, não muda e não cresce.
Os bons amigos são aqueles que não têm medo de dizer quando estamos errados. A terapia funciona pelo mesmo princípio, com a diferença de que o terapeuta tem preparo clínico para fazer isso de forma que gere consciência, não defesa.
Se vocês chegaram até aqui, já sabem que algo está pedindo atenção. Mudar um padrão que se repete há anos não acontece sozinho — mas acontece. Entre em contato e vamos entender juntos o que é possível fazer.
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